What's in your head zombie?

A gente vive na era do e-mail, do MSN, do ebook, do gtalk, do Facebook, do Twitter. E tudo bem. Tudo bem mesmo. Mas sinto falta do papel, da caneta, do formato da letra, da folha amassada, do cheiro de livro novo.

Clarissa Corrêa   (via sociedadedospoetasmortos)

(Source: apenasdistracoes)

Via sociedadedospoetasmortos

(Source: lesleyjanine)







(Source: lalulutres)


Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue “imagem e ação” e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando está de short, camiseta e chinelo.

Mário Quintana.  (via eucanseideserbobo)

(Source: musicapipocaemagia)

Via Rainha do Drama Adolescente

(Source: withinthinesself)



(Source: medesejesorte)


Quem foi disse que eu tenho medo do amor? Não, não é nada disso. Não tenho medo do amor. O que eu temo é o que ele causa. Como aquela sensação de que as músicas que tocam no rádio foram escritas baseadas em algum relacionamento que eu já tive. Ou então todas as inseguranças e responsabilidade que eu acabo assumindo por amar alguém. As preocupações com pequenas coisas e o medo excessivo de perder. Aquele ciúmes agonizante por alguém apresentar perigo ou simplesmente pela possessividade. O problema não é o amor, e sim os efeitos colaterais. As noites de sono perdidas e a maneira como deixo de me cuidar, visando ser cuidada por alguém e quando não, ocupando meu tempo cuidando. Deixar de ser a minha própria prioridade, e depois quando tudo der errado, sofrer pelo o que eu fiz ou pelo o que eu não deveria ter exitado em fazer. Principalmente, temo todos os efeitos que o amor causa porque, no começo são as melhores sensações do mundo e depois que termina, fico sempre com a mesma pergunta em mente: “O que eu tinha na cabeça pra fazer aquilo?”

“Quando o amor vira uma droga.” Gabriela Machado. (via copodeleite) Via ffusión of thoughts


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